Oie leitores.

Hoje trago-lhes a vocês a segunda parte do capítulo um de uma pequena história que estou escrevendo e para quem quiser ler a primeira parte clique aqui, fique a vontade para comentar e opinar sobre tudo.



Capítulo 1

Pedindo ajuda

Numa tarde de domingo resolvi ligar para a Alice, a fim de saber o endereço do tal garoto, acredite eu já estava desesperada.
- Não tenho dinheiro. – disse Alice ao atender o telefone.
- Não quero seu dinheiro sua tonta, é outra coisa. Na verdade é uma informação.
- Pois diga logo, pois estou atrasada para um jantar humilhante de família.
- É. Eu realmente tenho mais sorte que você, mas quero saber o endereço daquele garoto inteligente e esquisitão da sala sabe?
- Você só pode estar falando do Daniel. Vou passar por mensagem ok? Tenho que desligar tchau.
Alice desligou o telefone e me passou o endereço por mensagem, na verdade não era muito longe da minha casa passei por alguns quarteirões quando cheguei, era grande a casa possuía dois andares com paredes marrons não parecia nova mas também não era velha. Já estava de noite e me atrevi a bater na porta mesmo com medo.

A porta começa a ranger sinal de que alguém estava abrindo e era justo o garoto quem eu procurava.
- Olha quem esta aqui. Se não é a aquela garota que não liga muito pra nada. – ele soltou uma gargalhada depois de completar sua frase irônica.
- Olha quem abriu a porta o esquisitão que liga muito para as coisas. Me chamo Maya.
- Olha quem vai fechar a porta na sua cara. O esquisitão. – Ele começava a fecha-la mas corri a tempo de colocar meu pé na única fresta que restava entre o lado de dentro e o lado de fora. Grito de dor imediatamente.
- Meu Deus. O que você tem na cabeça? – Então ele me ajuda a ficar em pé, seu olhar fixado no nada com uma expressão de horror. Meu horror, porque eu fiz isso?
- Me desculpa não tive essa intenção, sinto muito mesmo. – Disse ele logo após eu me sentar em um dos degraus de uma pequena escada que levava a varanda.
- O que uma pessoa desesperada por uma nota melhor não faz né?
Por fim sorrimos. Depois tive que explicar o ‘’por que’’ de tudo aquilo, explicar que estava indo mal na matéria de Física e que provavelmente a professora Lucy iria acabar me matando e todo o drama que eu estava passando durante as últimas semanas, acabamos decidindo que todo dia depois que a aula acabasse eu poderia ir a sua casa a tarde.


Autora: Lorena Xavier

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